designreaca:
“ É, parece que o problema que os reaças tem com recortar imagens é mais grave que eu pensava. Não perdoaram nem a foto oficial do Temer.
O tratamento de cor deixou a pele do ex-você tão laranja quanto a do Trump. Isso sem falar que a...

designreaca:

É, parece que o problema que os reaças tem com recortar imagens é mais grave que eu pensava. Não perdoaram nem a foto oficial do Temer.

O tratamento de cor deixou a pele do ex-você tão laranja quanto a do Trump. Isso sem falar que a luz do rosto tá diferente da luz da bandeira.

Aquele publicitário do ~bóra Temer~ parece ser por como diretor de arte do que como redator.

Post edit: De qualquer maneira, acredito que aqui cabe a analisar o simbolismo da foto. 

No retrato oficial de Collor, ele estava tenso, de frente, sobre um fundo azul - reflexo da seriedade de um civil que assumia o governo depois de 35 anos de ditadura. FHC estava a frente de uma estante de livros, uma clara referência a sua festejada intelectualidade e racionalidade. Lula sorria em um ambiente aberto, confiante quanto ao futuro do país que governava, fórmula repetida por Dilma, sua sucessora.

Já Temer, coloca uma bandeira do país em sua foto para apelar ao nacionalismo canalha que surgiu rasteiro e hoje contamina uma parte preocupante da população.

O ângulo frontal da foto, o olhar calmo e o sorriso tentam passar uma mensagem tranquilizadora, quase paternalista. O fato do personagem estar discretamente alinhado à direita e o “Ordem e progresso” da bandeira terem destaque também não é coincidência. 

Mas o recorte mal feito, a faixa amassada (e talvez no avesso), a iluminação estourada, o tratamento de cor amador (que o deixou laranja) e a montagem tosca da imagem estão aí para lembrar que este é um governo feio, envelhecido e feito de restos.

Sob este aspecto, é o retrato perfeito de nosso governo e, quiçá, de nosso povo. 

faixa do lado do avesso é o ato falho da história

"Gente, eu já estou uma fúria e para ficar mais calma proponho algumas coisas mais sutis, por exemplo: o Esquadrão Geriátrico de Extermínio, a sigla óbvia seria EGE. Arregimentaríamos várias senhoras da terceira idade, eu inclusive, lógico, e com nossas bengalinhas em ponta, uma ponta-estilete besuntada de curare (alguns jovens recrutas amigos viajariam até os Txucarramãe ou os Kranhacarore para consegui-lo) nos comícios, nos palanques, nas Câmaras, no Senado, espetaríamos as perniciosas nádegas ou o distinto buraco malcheiroso desses vilões, nós, velhinhas misturadas às massas, e assim ninguém nos notaria, como ninguém nunca nota a velhice. Nossas vidas ficariam dilatadas de significado, ó que beleza espetar bundões assassinos, nós faceiras matadoras de monstros!"
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